Princípios do Gerenciamento de Riscos

Várias organizações estabeleceram princípios para o gerenciamento de riscos. Existem princípios de gestão de risco pela Organização de padronização internacional e pelo Corpo de Conhecimento de Gerenciamento de Projetos.

O corpo de conhecimento em gerenciamento de projetos (PMBOK) estabeleceu 12 princípios. Este artigo carrega uma fusão dos princípios do PMBOK e do ISO. Os vários princípios são:

  1. Contexto Organizacional: Cada organização é afetada em vários graus por vários fatores em seu ambiente (político, social, jurídico e tecnológico, societal etc). Por exemplo, uma organização pode ser imune à mudança no imposto de importação, enquanto uma organização diferente operando no mesmo setor e ambiente pode estar em risco grave. Existem também diferenças marcantes nos canais de comunicação, cultura interna e procedimentos de gerenciamento de risco. A gestão de risco deve, portanto, ser capaz de agregar valor e ser parte integrante do processo organizacional.
  2. Envolvimento das partes interessadas: O processo de gerenciamento de riscos deve envolver as partes interessadas em todas as etapas da tomada de decisões. Eles devem permanecer conscientes até mesmo da menor decisão tomada. Além disso, é do interesse da organização entender o papel que as partes interessadas podem desempenhar em cada etapa.
  3. Objetivos Organizacionais: Ao lidar com um risco, é importante manter os objetivos organizacionais em mente. O processo de gerenciamento de riscos deve abordar explicitamente a incerteza. Isso exige ser sistemático e estruturado e manter a visão geral em mente.
  4. Relatórios: Na comunicação de gerenciamento de risco é a chave. A autenticidade da informação tem que ser verificada. As decisões devem ser tomadas com base nas melhores informações disponíveis e deve haver transparência e visibilidade sobre as mesmas.
  5. Funções e Responsabilidades: A Gestão de Riscos deve ser transparente e inclusiva. Deve levar em conta os fatores humanos e garantir que cada um deles saiba os papéis em cada estágio do processo de gerenciamento de riscos.
  6. Estrutura de suporte: estrutura de suporte destaca a importância da equipe de gerenciamento de risco. Os membros da equipe precisam ser dinâmicos, diligentes e receptivos à mudança. Cada membro deve entender sua intervenção em cada etapa do ciclo de vida do gerenciamento de projetos.
  7. Indicadores de aviso prévio: Acompanhe os primeiros sinais de um risco que se traduz em um problema ativo. Isto é conseguido através da comunicação contínua por todos e cada um em cada nível. Também é importante capacitar e capacitar cada um para lidar com a ameaça em seu nível.
  8. Ciclo de Revisão: Continue avaliando as entradas em cada etapa do processo de gerenciamento de riscos - Identifique, avalie, responda e analise. As observações são marcadamente diferentes em cada ciclo. Identifique intervenções razoáveis ​​e remova as desnecessárias.
  9. Cultura de apoio: Brainstorm, treinamentos e permitir uma cultura de questionamento com canais apropriados para tal. Isso irá motivar as pessoas a participarem mais.
  10. Melhoria Contínua: Ser capaz de melhorar constantemente suas estratégias e táticas de gerenciamento de risco. Use seu aprendizado para acessar a maneira como você olha e administrar o risco contínuo